Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Este ano foi mais cedo

Já fiz a árvore de Natal cá de casa!

Justiça

Uma história tem sempre dois lados. Quem ouve só um nunca poderá ter ideia do que realmente se passou. Nunca.

Sábado, Novembro 28, 2009

O meu amigo está de volta


No brinquedo novo* cá de casa!
[É do meu mano, mas o que é dele, é meu]

Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Há três anos tentaram lançar a moda...


... mas não choveu! Parece que é desta, chegou o tempo delas. E eu vou mesmo precisar de umas!

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Alguém que me ensine a viver!

Faltei à aula...

Tão querido!

Todos os dias cá chegam pessoas através das mais variadas pesquisas no Google. Muitos chegam com "caixa de segredos", "caixa dos segredos" ou, até, "petitsecrets". Há quem use o Google para abrir páginas e prefere assim. Eu acho fofinho, sobretudo estes últimos porque, quer dizer, até sabem o endereço que, admito, não é o mais fácil de decorar. Mas hoje foi a primeira vez - pelo menos que me tenha apercebido - que alguém cá chegou com este "petiti ssecrets". Não é amoroso? Sabiam ao que vinham, não sabiam era escrever. Espero que tenham gostado!

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

É verdade que sou de lágrima fácil*

Mas também me consigo rir à grande. Sozinha e tudo!
*Não era, passei de um extremo ao outro, não sei porquê...

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Confessem lá!

Gostei tanto deste post da Cinderela que resolvi lançar aqui um desafio. Quantos de vocês, que leram o "Cem Anos de Solidão", do Gabriel Garcia Marques, tiveram de fazer uma cábula com a árvore genealógica da família Buendía? A sério, acho isto mesmo giro. Afinal, não lemos todos da mesma maneira. Digam de vossa justiça!

Depois conto a minha experiência. Se disser já, perde a piada ;)

Terça-feira, Novembro 17, 2009

A melhor mãe do mundo*

Faz hoje 50 anos!
*Apenas equiparada ao melhor pai do mundo

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Do incentivo #2

Corria o ano de 1994. Seguiu-se 1995 e 1996. A turma que me acompanhou desde a primária ficou, finalmente, para trás e todo um novo mundo se abria à minha frente. Novos colegas, novas amigas, novos horizontes e a certeza de um caminho que queria trilhar, sem saber bem como. Escolhi "humanidades" - na altura chamava-se assim, substituindo o "humanísticas" de outros tempos - e eram as aulas de Português que me encantavam. Português A, cinco horas por semana. Nada dessa banalidade dos outros agrupamentos que dava pelo nome de Português B, ensinado numas míseras três horas semanais. Adorava cada minuto daquelas aulas. Absorvia cada palavra como quem bebe sofregamente para esgotar uma sede que parece não ter fim. A culpa tem um nome. Maria Soledade. A minha professora de Português, provavelmente a mulher que mais me entusiasmou em 16 anos de escolaridade. Não era da terra, vinha de fora. Era divorciada, vivia sozinha com os seus gatos e não gostava de socializar com os colegas. Dizia-se que já tinha sofrido um cancro e que essa teria sido a razão do fim do seu casamento. Rumores, nunca confirmados. Maria Soledade era realmente feliz a ensinar. A ler Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa e Cesário Verde, a analisar Florbela Espanca ou a decifrar "Os Maias", de Eça de Queirós. Também era feliz com a minha turma, dizia-o muitas vezes. Estávamos a dar início à "reforma de ensino", numa turma com 17 pessoas, apenas três rapazes. Lembro muitas daquelas aulas com um sorriso que ainda hoje recordo nos apontamentos que enchem os livros de cada ano. Eu, que nunca gostei de escrever nos livros. Enchi cada folha com o que ouvia e deixava-me perder naquele mundo. Tanto que só me apercebi do poder desse entusiasmo numa véspera de teste. Não sabia o que estudar, nem como estudar. Os meus colegas trocavam apontamentos na biblioteca e nada daquilo fazia sentido para mim. Tirei a melhor nota. Porquê? Não foi por ser melhor que ninguém, nada disso. Tirei a melhor nota porque aprendi. Parece simples? Quando é assim, é realmente simples. Mas é preciso vocação, paixão e entusiasmo. Basta isto para um professor agarrar os seus alunos. A prova é mesmo a média de notas dessa minha turma. E porque é que me lembrei disto hoje? Porque encontrei um livro que a Prof. Maria Soledade me deu. "A Casa das Mulheres", de Marion Zimmer Bradley. Está datado de 1994. Já passaram tantos anos como os que tinha na altura...

Sábado, Novembro 14, 2009

Selinho!

Este veio da Debor@h, do blogue http://doce-vida-dura.blogspot.com/. Obrigada!

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Sabedoria chinesa

"Se fores paciente num momento de ira,
escaparás a cem dias de tristeza"

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

18 anos

12 de Novembro de 1991.
Massacre no cemitério de Dili em Timor. Há dois dias só se falava na queda do muro de Berlim. Disto já ninguém se lembra. É triste!

No dia em que me disseram que tinhas morrido

Não chorei uma lágrima. O meu coração fechou-se, congelado numa dor que já tinha sentido quando te perdi pela primeira vez. Deixei-me conduzir na tua morte dentro da redoma de uma força que nem sabia que tinha. Hoje sei que se tivesse deixado correr a primeira lágrima nunca mais teria parado. Porque me fazes falta, porque enquanto não chorasse a tua morte estarias apenas longe, como já estavas há uns tempos. Longe mas ali, onde eu sabia que estavas, com o sorriso que nunca te largava. Que não te larga porque, estejas onde estiveres, sei que estás a sorrir. É assim que vives na minha memória, na memória de quem não te esqueceu. Hoje sei que não passa de uma mentira. Não estás cá mas continuas a fazer-me falta. Tanta...
imagem daqui

All The Way

Frank Sinatra, the one!

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Epá, relaxem!

É impressão minha ou anda tu cheio de si mesmo? Levam-se muito a sério. A blogoesfera anda em pé de guerra. Ou porque os anónimos são maus e enchem a caixa de comentários, ou porque A diz mal dos blogues assado e B não curte esta postura porque, afinal, é muito mais zen do que isso. Ou porque têm a mania que são intelectuais e o resto do mundo - leia-se, dos leitores - não compreendem as suas trivialidades e mandam-nos à fava. E cá fora. Porque sou muito bom profissional e ninguém me venha dizer o contrário, porque estou sempre a postos para trabalhar e nunca vacilo. Epá, relaxem. A sério. Levem a coisa com mais calma que chegam lá à mesma. E não deixam de ser melhores se soltarem uma ou outra gargalhada pelo caminho. Vão por mim. Criam menos rugas e são mais felizes!